Dicas de Flores
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Barba-de-bode
Nome Popular: barba-de-bode, Capim-chorão
Nome Científico: Eragrostis curvula
Sinonímia: Eragrostis robusta, Eragrostis chloromelas, Eragrostis jeffreysii, Poa curvula
Família: Poaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene
O capim-chorão é uma gramínea perene, rizomatosa, de folhagem bastante decorativa. Sua folhas são longas, lineares, curvas e muito finas, com cerca de 50 cm de comprimento e 4 cm de largura, e dão à touceira um aspecto bastante denso, como uma cabeleira verde. As inflorescências surgem no verão e no outono acima da folhagem e são eretas, com flores pequenas e claras, sem importância ornamental.
Devido à sua rusticidade e beleza, o capim-chorão torna-se uma excelente escolha para a formação de bordaduras, grupos irregulares ou maciços. De baixíssima manutenção, também presta-se como forração, principalmente em taludes, onde pode demonstrar sua grande capacidade de controlar a erosão. É muito cultivada também como pastagem, apresentando boa palatabilidade mesmo quando suas folhas já estão maduras. Ainda dá um bom feno.
Devem ser cultivados sob sol pleno, não sendo exigente quanto ao solo, no entanto prefere solos fértes, arenosos e bem drenáveis. As regas devem ser regulares até o perfeito estabelecimento da planta, após este período torna-se tolerante à seca. Também é tolerante ao frio e rebrota bem, mesmo após queimadas, roçadas ou pastejos. Pode se tornar invasiva em algumas situações. Multiplica-se por sementes e por divisão das touceiras
28/07/10 : 23:08

Bandeira-amarela
Nome Popular: Bandeira-amarela, Flor-de-lis-amarela, Íris-amarelo
Nome Científico: Iris pseudacorus
Sinonímia: Iris lutea, Iris acoriformis, Iris bastardii, Iris paludosa
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa, Ásia e África
Ciclo de Vida: Perene
O íris-amarelo é uma planta herbácea, rizomatosa, entouceirada, conhecida por ser umas das raras espécies de íris com flores amarelas. Ele atinge em média 1,2 metros de altura, e apresenta folhas glabras, longas e planas, como espadas, de coloração verde-acinzentada. Estas folhas partem do rizoma, de medula rosada, e deixam marcas semelhantes a escamas. As inflorescências surgem no verão, com cerca de três a quatro flores, sustentadas em longas hastes cilíndricas. As flores são típicas do gênero Iris, com três sépalas caídas e três pétalas eretas. Cada pétala e sépala são de uma coloração amarelo-ouro, com veias amarronzadas ou violáceas. Ocorrem ainda variedades de flores cor creme-pálido, de folhas variegadas de amarelo, e de porte gigante, ultrapassando 2 metros de altura.
O íris-amarelo é muito vistoso e pode ser utilizado em maciços e bordaduras. Ele é adequado para locais permanentemente úmidos, como ambientes palustres na beira de lagos, rios e áreas baixas do terreno, onde além de embelezar, oferece abrigo à vida aquática e controla a erosão e o assoreamento. Também pode ser plantado em solos drenáveis, mas neste caso é melhor que seja irrigado regularmente e que permaneça à meia-sombra. Ainda assim, nestas condições ele crescerá e florescerá menos do que se estivesse próximo à água. Também pode ser plantado em vasos e jardineiras. Cuidado: Esta espécie pode se tornar invasiva em determinadas situações.
Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica e mantido constantemente úmido. O íris-amarelo é uma planta muito rústica, sendo capaz de tolerar solos ácidos, salinos e anóxicos, submersão completa e até mesmo curtos períodos de seca. Em invernos rigorosos, ele pode perder as folhas, o que é normal, na primavera elas voltam a brotar com força. Prefere o clima temperado ao tropical. Multiplica-se por sementes e por divisão das touceiras e rizomas
28/07/10 : 22:54

Bananeirinha-de-jardim
Nome Popular: Bananeirinha-de-jardim, birí, cana-da-índia, beri
Nome Científico: Canna x generalis
Sinonímia: Canna hortensis
Família: Cannaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Tropical
Ciclo de Vida: Perene
A bananeirinha-e- jardim é uma planta de folhagem bastante vistosa e verde, às vezes arroxeada, composta de folhas firmes e grandes. Suas inflorescências são compostas de flores grandes de coloração rósea, vermelha, laranja e amarela, apresentadas na primavera e verão. Sua utilização no paisagismo está ligada à sua adaptação à locais bastante úmidos a pleno sol, como àreas adjacentes à laguinhos e fontes. Podem formar belos maciços e bordaduras.
Devem ser cultivadas em solo rico em matéria orgânica e regadas com frequência. Não tolerante ao frio ou geadas. Multiplica-se por divisão da planta
28/07/10 : 22:48

Bananeira-da-abissínia
Nome Popular: Bananeira-da-abissínia, bananeira-de-jardim
Nome Científico: Ensete ventricosum
Sinonímia: Ensete edule, Musa ventricosa, Musa ensete
Família: Musaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África
Ciclo de Vida: Bienal
A bananeira-da-abissínia é uma planta herbácea interessante sob vários aspectos. Aparentada com as bananeiras (Musa sp), ela difere destas por apresentar pecíolos curtos e por ser bienal, isto é, ela morre após a frutificação e não emite novos brotos. Suas folhas são brilhantes e enormes, com mais de 3 metros de comprimento e um calibroso veio central avermelhado. Elas são dispostas em espiral, formando o pseudocaule, caracterizado por pecíolos sobrepostos.
As inflorescências são vistosas, em longos cachos florais, com brácteas bronzeadas e duráveis, protegendo as delicadas flores de cor creme. Após o secamento completo da inflorescência, pode-se extrair as sementes, arredondadas e pretas, do tamanho de ervilhas.
No início seu crescimento é lento e em um ano após o plantio, atinge 1 metro de altura. No segundo ano há uma explosão de crescimento e pode alcançar facilmente entre 6 a 12 metros de altura. Quanto mais bem tratada a bananeira-da-abissínia, mas rapidamente ela encontra condições de frutificar e morrer, completando seu ciclo. Desta forma, geralmente ela vive de 2 a 8 anos. É uma planta espetacular, escultural e essencialmente tropical. Ela necessita de muito espaço no jardim, mas também pode ser cultivada em vasos grandes. Destaca-se quando plantada isolada, embora possa ser organizada em pequenos grupos também.
Deve ser cultivada sob pleno em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado freqüentemente. Aprecia o calor e a umidade, sem encharcamento. Não tolera geadas. Após o inverno, suas folhas podem apresentar-se queimadas e devem ser removidas. O rápido crescimento desta planta exige adubações trimestrais o ano inteiro. Multiplica-se por sementes, postas a enraizar em saquinhos com substrato leve

28/07/10 : 22:44

Banana-de-morcego
Nome Popular: banana-de-morcego, banana-de-imbê, imbê, Guaimbê, banana-do-mato,
Nome Científico: Philodendron bipinnatifidum
Sinonímia: Philodendron selloum
Família: Araceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Suas folhas são espetaculares! Gigantes, elas são profundamente recortadas, o que a torna uma planta escultural, diferente. Além disso, apresentam uma coloração verde escura e são muito brilhantes. As flores tem pouca ou nenhuma importância ornamental. Pode ser arranjada em vasos para decorações de interiores ou mesmo no jardim, plantada isolada ou em grupos. Confere um ar tropical aos ambientes.
Deve ser cultivada em substrato rico em matéria orgânica, com regas regulares, à meia-sombra ou pleno sol. Tolerante a baixas temperaturas. Multiplica-se pela divisão das mudas laterais e por sementes.
27/07/10 : 23:24

Bambú-do-céu
Nome Popular: bambú-do-céu, bambú-celeste, avenca-japonesa, Nandina,
Nome Científico: Nandina domestica
Família: Berberidaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene
O Bambú - do - ceu é um arbusto de folhagem muito ornamental. A coloração das suas folhas é normalmente verde, no entanto os ramos jovens apresentam um coloração rósea a avermelhada e no inverno toda a planta adquire um tom avermelhado. Produz no verão numerosas flores brancas bem pequenas, que resultam em frutos vermelhos. Presta-se para cultivo em vasos, jardineiras ou formando maciços, conjuntos e bordaduras no jardim.
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil e rico em matéria orgânica. A nandina tolera muito bem o frio e multiplica-se por estacas, sementes ou por divisão da planta.
27/07/10 : 23:15

BAMBU
Nome Popular: Bambuzinho-de-jardim, bambú-de-jardim, bambuzinho-amarelo, bambuza
Nome Científico: Bambusa gracilis
Família: Poaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene
De cor e textura espetacular, o bambuzinho só acrescenta vida aos nossos jardins. De folhagem fina e coloração amarelo-limão, vai muito bem em renques e muros, não podendo faltar no jardim japonês, para quebrar a austeridade. Multiplica-se pela divisão da touceira.
Deve ser cultivado a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil enriquecido com composto orgânico, com regas periódicas. Tolerante ao frio.

27/07/10 : 23:04

Babosa
Nome Popular: Babosa, Aloé, Aloé-candelabro, Babosa-de-arbusto, Erva-babosa, Erva-de-azebra, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim, Aloé-do-natal
Família: Asphodelaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul, Malauí, Zimbabue e Moçambique
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Aloe arborescens
Sinonímia: Aloe succotrina, Aloe mutabilis, Aloe perfoliata
A babosa é uma planta suculenta muito versátil e popular, com aplicações medicinais, cosméticas e paisagísticas. Seu porte é arbustivo, atingindo de 0,5 a 3 metros de altura. O caule é ramificado e com base lenhosa. As folhas se apresentam dispostas em roseta e são longas, carnosas, de cor verde azulada e com bordos denteados por espinhos agudos. Quando cortadas, as folhas revelam uma seiva transparente, como um gel. O florescimento da babosa se dá no inverno, despontando inflorescências altas, eretas e muito vistosas. As inflorescências são do tipo rácemo, com numerosas flores vermelhas, laranjas ou amarelas, tubulares e bastante atrativas para beija-flores e abelhas. Os frutos são do tipo cápsula.
Não surpreende o fato desta planta ser tão disseminada e cultivada no mundo todo, afinal, com tantos predicados era de se esperar que caísse no gosto popular. No jardim, com suas folhas e formas decorativas, a babosa presta-se para a formação de maciços densos, conjuntos com outras plantas ou mesmo em renques. É indicada especialmente para jardins rochosos ou áridos, em composições com cactos e outras suculentas, e para cercas vivas defensivas.
Esta suculenta também não pode faltar no jardim de ervas medicinais, pois é uma eficiente e rápida opção para o tratamento de queimaduras, irritações e abrasões da pele, isso sem considerar todas as suas outras propriedades terapêuticas e cosméticas. Ela é considerada tão rica em princípios ativos quanto sua "prima" Aloe vera, a babosa-medicinal. Seu crescimento é moderado a rápido e necessita de pouca manutenção e cuidados, sendo uma boa opção para jardineiros iniciantes. Cuidado: a babosa pode ser alergênica para algumas pessoas e sua ingestão não é recomendada sem supervisão médica. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. A babosa é extremamente rústica e capaz de tolerar condições extremas como estiagem, solos inférteis, altitude elevada, frio, variações bruscas de temperatura e ventos. Adapta-se a uma ampla faixa climática, desde regiões subtropicais até equatoriais. Não resiste a geadas fortes. Multiplica-se por separação das mudas formadas entorno da planta mãe, assim como estaquia de folhas ou caule e, mais raramente, por sementes postas a germinar na primavera.
27/07/10 : 22:59

Babosa-de-pau
Nome Popular: Babosa-de-pau, babosa-de-árvore
Nome Científico: Philodendron martianum
Família: Araceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Planta epífita de folhagem muito ornamental. As folhas são brilhantes com textura de couro e os pecíolos são como pseudobulbos. No paisagismo é bastante versátil, podendo ser cutivada em interiores em vasos e jardineiras. No jardim pode ser fixada em árvores como epífita ou plantada em canteiros ricos em matéria orgânica.
Devem ser cultivadas sempre à meia-sombra, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica mantido úmido. Planta tipicamente tropical, n ão é tolerante ao frio ou geadas. Multiplica-se por sementes e estacas
27/07/10 : 22:53

Banana Ornamental
Nome Popular: Bananeira-ornamental, banana-royal, bananeira-de-jardim
Família: Musaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia
Nome Científico: Musa ornata
Sinonímia: Musa violascens, Musa roseaCiclo de Vida
: Perene
De aspecto tropical, a bananeira-ornamental, enfeita jardins residenciais e públicos com muito despojamento e beleza. Isolada ou em grupos, deve ser plantada preferencialmente em locais de clima quente. Suas folhas são muito grandes, longas e largas e que se partem com a ação do vento. A inflorescência, formada na primavera e verão, é muito ornamental, apresentando brácteas de coloração rósea, mais vistosos na variedade royal. É muito utilizada como flor-de-corte também.

Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil e rico em matéria orgânica, irrigado com freqüência. Não é tolerante às geadas e a ventos fortes. Multiplica-se pela divisão do rizoma e de mudas que se formam naturalmente apartir deste.
10/09/10 : 21:19

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